segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Limpeza de Trocador de Calor com Jateamento de Gelo Seco no Pólo Petroquímico
http://www.youtube.com/watch?v=mHWA5nWdDOk&feature=youtu.be
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
JATEAMENTO DE C0² MELHORA PERFORMANCE DO ENSAIO IRIS
O Ensaio IRIS – Internal Rotary Inspection System- é o método mais avançado para avaliar a espessura dos tubos de um permutador de calor e identificar as condições em que os mesmos estão operando num equipamento casco-tubo, a fim de que a troca de fluidos se realize nos padrões desejados.
Desde 1992, quando está técnica foi introduzida entre nós, que a engenharia nacional vem trabalhando para aperfeiçoar o seu funcionamento. Atualmente, modernos equipamentos digitais proporcionam melhores resultados do Ensaio IRIS, sistema que se baseia na técnica ultra-sônica de pulso-eco para medição da espessura dos tubos. Como se sabe, o transdutor converte pulso elétrico em ultra-som e é através da circulação das ondas de US que se realizam as medições das paredes interna e externas dos tubos.
A limpeza externa e interna dos tubos é fundamental para aferir resultados confiáveis do Ensaio IRIS. Uma limpeza ineficiente compromete o esforço e configura um imenso desperdício. Até agora a limpeza é realizada por hidrojateamento de alta pressão, complementada pelo uso de produtos químicos. Esse método tem-se revelado inadequado, por vários motivos:
1) consumo excessivo de água tratada, recurso natural cada dia mais escasso;
2) geração indesejável de efluentes líquidos, que precisam ser tratados;
3) ineficaz para remover completamente produtos pesados e incrustações organometálicas;
4) o hidrojato reduz os esforços da indústria por uma produção mais limpa e eco eficiente.
O jato de C0² (gelo seco) é uma tecnologia eco eficiente para a limpeza de máquinas e equipamentos industriais e, sem dúvida, a mais indicada para a limpeza de tubos de trocadores de calor, deixando-os preparados para a aplicação do Ensaio IRIS. A aplicação dessa inovadora tecnologia tem vantagens insuperáveis:
1) não produz resíduos secundários, é isenta de água e conseqüentemente de efluentes;
2) é não abrasiva e em razão dessa qualidade não danifica os componentes dos trocadores de calor;
3) as partículas de gelo seco são aceleradas por ar comprimido á baixa pressão e a limpeza se dá pela contração dos materiais (choque térmico) e a expansão volumétrica do C0² (passagem do estado sólido para o gasoso);
4) não é tóxico, nem agressivo ao meio ambiente na medida que não acrescenta C0² à natureza, concluindo um ciclo de captura, reciclagem e devolução do dióxido de carbono.
A tecnologia do jateamento de C0² é largamente utilizada nos EUA e Europa e recebeu o aval da FDA, USDA E EPA respeitáveis organismos oficiais norte-americanos de controle da poluição.
O JATEAMENTO DE GELO SECO E A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS: DESCONTAMINAÇÃO E RAPIDEZ.
A indústria de alimentos é, sem dúvida, um setor onde a limpeza das máquinas e equipamentos representa um ponto que merece especial atenção. Quando estamos falando em alimentos, o item limpeza deve ser executado com um grau de profundidade muito alto se comparado a outros segmentos industriais. Há a necessidade de uma ação profunda que remova não somente os resíduos de produção e incrustações como também elimine bactérias e fungos como salmonela, listeria, E.Coli, entre outros que ameaçam a saúde humana e consequentemente comprometem a qualidade dos produtos. Nesse ponto os órgãos de vigilância sanitária em todo o mundo são contundentes em estabelecer normas de limpeza técnica que devem ser seguidas pelas empresas de fabricação, transporte e conservação de alimentos. Portanto, a limpeza das máquinas e equipamentos é sempre uma etapa da produção que se revela custosa e dispendiosa, pois requer tempo, parada, montagem e desmontagem das máquinas.
Nesse sentido, o item limpeza na produção de uma fabrica de alimentos deve ser feito com excelência. Atualmente, grande parte das indústrias baianas de alimentos usam hidro jateamento e ações mecânicas manuais (espátula, lixadeira etc.) para limpezas de baixa profundidade e recorrem a produtos químicos para a eliminação de bactérias. A primeira técnica é geralmente usada na manutenção de equipamentos como trocadores de calor e condensadores, que não têm contato direto com o produto final, mas sim função essencial para o pleno funcionamento de qualquer fábrica. O grande problema destas alternativas é o alto desgaste do material causado pela abrasão do hidro jateamento e pela agressão dos métodos manuais. Isso contribui para a diminuição da vida útil dos equipamentos. Por outro lado há grande geração de resíduos que deverão ser adequadamente tratados, representando aumento nos custos da operação de limpeza. Sem falar no impacto ambiental por conta do alto consumo de água. A limpeza dos equipamentos que têm contato direto com os alimentos é usualmente feito com produtos químicos que eliminam as bactérias. O objetivo final é alcançado com muitos inconvenientes que implicam em perdas na produtividade. Para a realização deste tipo de limpeza é necessária a desmontagem de máquinas que requer mão de obra especializada; qualquer tempo com as máquinas paradas para manutenção representa baixa na produtividade, comprometendo o faturamento da empresa. A montagem também requer mão de obra de alto nível e nem sempre as máquinas são ajustadas conforme se deseja. O fator desmontagem/montagem é de fato uma etapa indesejável.
Surge nesse contexto a tecnologia do jateamento com gelo seco. Essa tecnologia permite a transposição de muitos desses inconvenientes acima explorados. Consiste na aceleração de partículas de CO² sólido a uma pressão baixa (entre 1 e 20 bar) via ar comprimido para a realização de limpeza técnica, remoção de tintas, óleos, carepas, incrustações, aglutinados e eliminação de bactérias como salmonela, E. Coli, listeria, entre outros. A forma como é efetuada a limpeza é pela conjugação de dois fatores: contração e expansão. A contração acontece por conta do choque térmico causado pela temperatura de -78º C do gelo seco, fazendo com que a sujidade se contraia em diferente proporção do material base, desagregando qualquer coisa. A expansão se dá por conta da sublimação do gelo seco, que passa do estado sólido direto para o gasoso aumento seu volume em 800 vezes. Isto ocorre como micro explosões que igualmente agem para desagregar a sujidade.
Essa técnica permite a limpeza de todos os equipamentos de uma fábrica de alimentos sem os inconvenientes que outras técnicas exigem. É uma tecnologia não abrasiva, portanto não causa desgaste ao material base que esta sujeito ao jateamento. Não deixa qualquer resíduo secundário, uma vez que o CO² sublima, voltando para a atmosfera de que foi retirado sem acrescentar volume desse gás, ou seja, ambientalmente correto. Chama a atenção para a indústria de alimentos o seu caráter descontaminante. Por conta da temperatura de 78º C negativos nenhum organismo sobrevive à ação do jateamento com gelo seco. Um estudo realizado pelo instituto americano MicroBioSience (link anexado abaixo) revelou o sucesso dessa técnica para a eliminação de bactérias. Por outro lado, os bicos especiais que contamos para o jateamento dispensa a necessidade de desmontagem/montagem dos equipamentos, agregando assim um alto ganho de produtividade.
O jateamento de gelo seco é, portanto, a solução inovadora que vem para sanar problemas na indústria alimentícia. As indústrias de alimentos baianas não mais estão reféns de técnicas de limpeza industrial ultrapassadas e obsoletas, pois a Bahia já conta uma empresa especializada em jateamento de gelo seco, a AIB (Argo Ice Blaster).
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A AIB (Argo Ice Blaster) se orgulha se trabalhar com máquinas de última geração e alta tecnologia, podendo desta forma oferecer um serviço de alta performance, resolvendo problemas que a indústria baiana encontra no item limpeza da produção. Usamos duas tecnologias; o jateamento com gelo seco (CO² sólido) e o jateamento por aero abrasão.
No departamento de jateamento com gelo seco, a AIB conta com dois tipos de máquinas, ambos da líder mundial na fabricação de máquinas desta tecnologia, a consagrada empresa americana Cold Jet.
Quando a precisão e a sensibilidade são exigentes fatores, a máquina perfeita é a i³ MicroClean. Como seu nome sugere, esta máquina é mais indicada para limpezas pequenas e sensíveis. A i³ MicroClean trabalha com a tecnologia de raspagem de blocos cilíndricos de gelo seco. Isso permite que a granulação do gelo seco jateado seja mínima, semelhante a um açúcar de confeiteiro. Por esse motivo, conjugado com bicos pequenos que penetram em orifícios minúsculos e delicados, a i³ MicroClean permite a ação profunda em limpeza de moldes de injeção e extrusão, painéis e componentes elétricos, trocadores de calor pequenos, entre inúmeros equipamentos industrias. Essa máquina trabalha à baixa pressão, desde 0,2 bar até seu limite com 8 bar. 

Outro modelo de máquina jateadora de gelo seco usada pela AIB é a Aero 80 HP. Esta máquina é a top de linha da Cold Jet. Trabalha com o gelo seco em formato de pellets, semelhantes a grãos de arroz. A Aero 80 HP opera com uma pressão de 3 até 20 bar, sendo aconselhado seu uso para remoção de incrustações pesadas, trocadores de calor mais robustos; é a máquina que “topa qualquer parada”. Contudo, a versatilidade desta máquina é incrível, não se restringindo a serviços pesados. Conta com diferentes bicos que se a adaptam para as mais variadas situações. Bicos granuladores que diminuem o tamanho dos pallets, bicos curvos para ocasiões que se façam necessários, bicos de alta pressão, bicos flexíveis. 

No departamento de aero abrasão, criado para oferecer uma alternativa abrasiva para serviços que exijam essa característica (criação de perfil de rugosidade, eliminação de carepa de laminação), a AIB conta com duas máquinas: a IBIX 25 e a IBIX 09. Não se diferenciam muito, apenas o tamanho e potência.
Essas máquinas trabalham conjugando abrasivos inertes com água, possibilitando a ação abrasiva mesmo à baixas pressões. Operam com pressão de 0,2 até 08 bar. São alimentadas por ar comprimido e o inerte abrasivo mais indicado para o serviço em questão. Usam o garnet, mineral com dureza elevada (8 mol) que permite tem forte característica abrasiva; o carbonato de cálcio, elemento com menor característica abrasiva indicado para serviços mais delicados e o bicarbonato de cálcio que representa um meio termo entre os dois anteriores. Ambos os elementos jateados não são tóxicos ou poluentes, podendo ser reaproveitados e quando esgotadas suas possibilidades são de fácil disposição.
O MICRO JATEAMENTO POR AERO ABRASÃO
A ARGO ICE BLASTER MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA. - AIB é uma empresa especializada na limpeza de máquinas e equipamentos de unidades industriais, complexos comerciais (shopping Center), construção civil e limpeza e restauração de bens relacionados ao patrimônio histórico e cultural.
Para atingir esses cometimentos opera com diversas tecnologias de última geração. Visando proceder a remoção de tintas e corrosão e a preparação de superfície, com abertura de perfil de rugosidade para ancoragem de pintura a AIB trabalha com a tecnologia de micro jateamento por aero abrasão, aplicando o inerte específico IBIX ART.
IBIX ART é um abrasivo específico para Aero-Abrasão selecionada pela IBIX para aplicação com as Eco-jateadoras IBIX e os equipamentos para micro aero abrasão IBIX e HELIX.
É um mineral natural totalmente ecológico, utilizável em um vastíssimo campo de aplicações em jateamento e micro jateamento, a seco e a úmido graças às numerosas curvas granulométricas disponíveis.
ECONÔMICO, LIMPO E SEGURO
A minúscula composição de seu cristal, um alto peso específico e as mais baixas pressões de jateamento permitem um menor consumo de abrasivo que se reduz até 50-75% em relação aos abrasivos tradicionais utilizados em jateamento. De fato, o abrasivo para Aero Abrasão IBIX ART possui uma forte velocidade de corte, razão do alto número de grãos de agregado por volume que age sobre a superfície (144/unidades de volume contra 85 para as escorias).
Este abrasivo é quimicamente neutro e não metálico. É livre de substâncias tóxicas, não libera sílica e não é cancerígeno. É totalmente ecológico e, portanto, em conformidade com as normas relacionadas à proteção do ambiente e da segurança do trabalho. É livre de ferrite, não contém impurezas, nem contaminantes, não é radioativo e é isento de sal. Tais características, juntamente aos baixos consumos, , reduzem consideravelmente os custos finais.
Graças a sua atoxicidade o abrasivo para aero-abrasão está bem abaixo dos valores máximos definidos pelas normativas em relação aos componentes silicogenos (silício cristalino), tóxicos e cancerígenos, garantindo um ambiente de trabalho seguro e limpo com uma sensível redução da rumorosidade.
PERFIL DE RUGOSIDADE
O IBIX ART para aero abrasão é caracterizado por uma elevada dureza (7,5 – 8 Mohs) e tenacidade, uma baixíssima friabilidade e um elevado peso específico (4.1). Tais características , juntamente á morfologia sub-angular, consente em executar o jateamento a seco sem a dispersão de pó, atingindo uma qualidade de jateamento superior com uma uniforme e bem controlada rugosidade superficial modulável em razão da granulometria utilizada e à baixa pressão de ar comprimido ( cêrca de 5 a 6 bar). O standard de jateamento SA3 se obtém sem nenhuma dificuldade.
O elevado peso específico e a dureza do abrasivo permitem transferir uma grande quantidade de energia cinética no momento do impacto sobre o substrato, traduzindo-se em um notável aumento de eficácia do jateamento e assegurando a abertura da rugosidade almejada.
FIM
ENTENDA A TECNOLOGIA DO JATEAMENTO COM GELO SECO
O jateamento com Gelo Seco (CO² sólido) é uma técnica inovadora inicialmente desenvolvida pela agencia espacial americana (NASA) para a limpeza das estações orbitais. Como muitas tecnologias, encontrou aplicabilidades diversas para a sociedade civil, principalmente na indústria.
Trata-se de um sistema de jateamento alimentado por ar comprimido à baixa pressão (0,2 à 20 bar ou de 50 à 300 psi). Nesse sentido, assemelha-se à outras técnicas de jateamento conhecidas pela indústria brasileira, como o hidro jateamento, jateamento de esferas de vidro, granalhas de aço, escória de cobre e areia. Todas essas técnicas, no entanto, recorrem à ação abrasiva de seus materiais e utilizam alta pressão (20.000 à 50.000 psi); realizam a limpeza pelo fenômeno do choque cinético, sempre provocando desgaste na superfície trabalhada.
O jateamento com gelo seco por outro lado, recorre muito pouco ao choque cinético para atingir a limpeza e recuperação plena de máquinas e equipamentos industriais. A limpeza é realizada principalmente pela conjugação de dois fatores: primeiramente, o choque térmico produzido pela baixa temperatura do CO² sólido (- 78º C), que faz com que a sujidade e o material base se contraiam em diferentes proporções, agindo a desagregar a sujeira; em segundo lugar a expansão volumétrica do CO² ao passar do estado sólido direto para o gasoso. Essa expansão funciona como micro explosões que aumentam o volume do CO² em 800 vezes. Desta maneira empurra a sujidade fazendo-a desprender-se da superfície trabalhada.
Com esses fatores, as principais vantagens do uso do jateamento com gelo seco em substituição dos métodos tradicionalmente usados aparecem. Por conta do efeito da sublimação do CO² (passagem do estado sólido direto para o gasoso) essa técnica é não abrasiva, não deixa resíduos secundários e é não poluente. Quando o gelo seco sublima em contato com a superfície e transforma-se em gás, o mesmo retorna à atmosfera de onde foi retirado sem gerar resíduos secundários e sem acrescentar volume de CO² à natureza. Desta maneira é ambientalmente correto e não requer custos adicionais para tratamento de efluentes ou disposição de resíduos.
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